quarta-feira, 23 de maio de 2018

EFEMÉRIDES - 23 DE MAIO

23/05/1992:  Na cidade de Nimes, na França, morre o cantor, violonista, compositor e escritor argentino Atahualpa Yupanqui,. 
Considerado um dos mais importantes divulgadores de música folclórica da América do Sul, ele gravou dezenas de discos e publicou 9 livros. 
Batizado Héctor Roberto Chavero, publicou sua primeira obra literária ao 13 anos de idade, a partir de quando adotou a alcunha de Atahualpa, em homenagem ao último soberano Inca. Tempos depois, agregou Yupanqui ao seu pseudônimo, em homenagem a Tupac Yupanqui, penúltimo governante Inca.
Héctor Chavero, ou  Athaualpa Yupanqui, nasceu em 30/01/1908,  em Buenos Aires, capital da Argentina.


Zézinho e sua inseparável companheira Julieta.
23/05/2015: Morre o músico Zézinho, que durante muitos anos integrou a conhecida dupla Zézinho e Julieta.
Entre 1970 e 2015, o duo gravou 13 discos de grande sucesso. 
Zézinho no acordeon e Julieta ao violão, acompanhavam Teixeirinha e Mary Terezinha em diversas apresentações, bem como fizeram parte do elenco de alguns filmes de Teixeirinha. 
Zézinho também era radialista e se notabilizou como uma referência na radiofonia regional gaúcha. 
Zézinho era casado com Julieta, que segundo familiares, está firme e forte.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

FESTAS DO DIVINO E DE SANTO ANTÔNIO


Prefeito Daiçon Maciel e Secretária Eliana Cunha, recebem festeiros do Divino e de Santo Antônio
Junto à imagem de Santo Antônio, o padroeiro da cidade, o prefeito de Santo Antônio da Patrulha, Daiçon Maciel da Silva, recebeu em seu gabinete, na sexta-feira (11/05), os Festeiros do Divino e de Santo Antônio.
O momento foi abençoado pelo Padre Ozéias, pároco da Igreja Matriz da Cidade Alta, que também divulgou o programa da Festa de Santo Antônio, convidando para as Trezenas, que se iniciam no 1º de junho, às 19h30min, com missa sobre a temática “A Comunidade não pode ser de aparências”.
Destacam-se ainda, na programação, a Cavalgada dos Tropeiros e Cavalarianos e a Missa Crioula, seguida pelo tradicional Sopão do Divino, no sábado, dia 02 de junho.  
No domingo, dia 10 de junho, acontece a tradicional Festa de Santo Antônio e do Divino Espírito Santo. As atividades iniciam às 7h, com a Aurora Festiva; às 9h30 acontece a missa solene, seguida de procissão pelas ruas da Cidade Alta; e às 12h, grande almoço no Ginásio Paroquial. Às 14h30min tem reunião dançante com Nilmar Show.
Já no dia 13 de junho, dia do Padroeiro do município e feriado em Santo Antônio, acontecerão missas, a partir das 10 horas, no Parque da Guarda, e às 15h e 19h30min, na Igreja Matriz. 
O bingão da Festa acontece na sexta-feira, dia 15 de junho.
Também participou do encontro a Secretária Municipal de Cultura e Turismo Eliana Cunha.

EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES - 14 DE MAIO

14/05/1998:  Com 49 anos de idade, morre em Caxias do Sul, o cantor César Passarinho, um dos nomes mais brilhantes do nativismo gaúcho.  Era também conhecido como o cantor símbolo da Califórnia da Canção Nativa, da cidade de Uruguaiana.   Naquele festival, ele conquistou quatro Calhandras de Ouro, troféu máximo oferecido pelo certame, e mais sete prêmios de Melhor Intérprete, consolidando-se como mais destacado dos vencedores da Califórnia. 
Mas sua trajetória vitoriosa não se resumia à Califórnia.  Foi brilhante também em outros festivais, tendo vencido diversos deles e conquistados outros tantos troféus como intérprete. 

Sua forma peculiar de cantar, eternizou clássicos da música regional gaúcha, tais como Negro da Gaita, Guri, Romanceiro da Erva Mate, Negro de 35, e muitos outros.
    
O músico das milongas começou a carreira musical como baterista de um conjunto de baile de Uruguaiana.   Descobriu a música regionalista em 1973, quando interpretou, na 3ª Califórnia, a música Último Grito.  De lá, até a sua morte foram sete discos gravados e uma trajetória recheada de sucessos.

O apelido Passarinho é uma referência ao pai, que tinha a alcunha de gurrião (pardal). O filho do pássaro se transformou em Passarinho, cujo vôo alcançou os pontos mais altos do cenário musical rio-grandense. 

César Osmar Rodrigues Escoto, nasceu em Uruguaiana, no dia 21/03/1949.  Estaria hoje com 69 anos. 



sexta-feira, 11 de maio de 2018

EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES - 11 DE MAIO

Paulo Ruschel tocando com Inezita Barroso
11/05/1919:  Nascia em Passo Fundo, o ator, cantor e compositor Paulo Ruschel.    Entre suas obras musicais estão:  Roda Carreta, IemanjáOs Homens de Preto, este último, um clássico do cancioneiro gaúcho, gravado por dezenas de  intérpretes.   
Suas músicas foram interpretadas por nomes como Inezita Barroso, Os Gaudérios, Conjunto Farroupilha, Elis Rgina, Os Araganos. Grupo Caverá, entre outros.       
Ruschel era também escultor, e nesta condição criou o troféu mais cobiçado do nativismo gaúcho, a Calhandra de Ouro, prêmio máximo da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana. 
Paulo Ruschel faleceu em 05 de julho de 1974, com 55 anos, vítima de ataque cardíaco.

domingo, 6 de maio de 2018

"FRONTEIROS". BAITA DISCO DO JULIANO MORENO

Um dos mais competentes intérpretes da atualidade, o cantor e meu amigo,   JULIANO MORENO, está com um novo trabalho discográfico no mercado. É o CD "Fronteiros".
Depois de um ano de trabalho na preparação do repertório, ele apresenta esse excelente disco, cujo repertório está formado por composições do próprio Juliano, além de três regravações de autoria de nomes de expressão da música gaúcha. 

Este é o quinto álbum de Juliano Moreno, ao longo de seus 14 anos de carreira. 
Com um acervo musical qualificado, o disco também apresenta características desse autêntico cantor de fronteira, que solta a voz em canções marcantes, como “Rio Grande de Sempre”, de autoria do saudoso Nico Fagundes e de Gaúcho da Fronteira; “Meu Ranchinho”, de autoria de Adair de Freitas, que empresta seu talento fazendo uma participação muito especial.  O disco traz também, o timbre forte das Missões, do cantor Jorge Guedes, cantando juntamente com Juliano Moreno a música “Sentado Sobre Um Arreio”, de autoria de Érlon Péricles; e a participação especial do grande declamador Xiru Antunes, na composição “Lá de Fora”.

Após o lançamento oficial, ocorrido em fevereiro, durante o Rodeio Internacional de Vacaria, o CD “Fronteiros” já se destaca nos estados do sul do Brasil, conquistando grande aceitação nas emissoras de rádio e do público em geral.
Para adquirir o CD “Fronteiros” e receber em casa, basta fazer contato através do email:  j.morenors@hotmail.com  ou pelo whatsapp  (55) 984.195.430.

O CD "Fronteiros"  merece ser ouvido por todos e tem a nossa recomendação.

sábado, 5 de maio de 2018

EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES - 06 DE MAIO


06/05/1871:   Morre em Pelotas/RS, o estancieiro, político, jornalista e militar Domingos José de Almeida. 
Mineiro de nascimento, migrou para o Rio Grande do Sul em 1819 para reunir tropas de mulas e levá-las até Sorocaba/SP, mas acabou se estabelecendo em Pelotas, onde logo abriu um escritório destinado à venda de charque para o centro do país e para o exterior.  Homem culto, possuía uma das bibliotecas mais completas do Rio Grande do Sul na época.
Rico e empreendedor ele foi um dos líderes revolucionários de maior influência na Revolução Farroupilha.  Logo no início da revolta, recebeu a tarefa de organizar, o parque bélico farrapo em Pelotas e a uma fábrica de arreamento para a cavalaria.  Da senzala de sua charqueada saíram vários dos combatentes Lanceiros Negros, liderados pelo coronel Teixeira Nunes.
Foi um dos que convenceram Antônio de Souza Neto a proclamar a República Rio-grandense, em 11 de setembro de 1836 e participou da criação da bandeira oficial Farroupilha. Foi nomeado ministro da Fazenda e depois do Ministro do Interior da República Rio-grandense.
Foi major e depois coronel da Guarda Nacional.
Com o objetivo de ter uma povoação que possibilitasse apoio ao comércio com Buenos Aires, impossibilitado pelo domínio das forças imperiais das cidades de Pelotas, Rio Grande e Porto Alegre, determinou, no ano de 1840, a elaboração de uma planta para uma nova vila que, no futuro, transformou-se na cidade de Uruguaiana, criada oficialmente por decreto, no dia 24 de fevereiro de 1843.
Foi preso, conseguiu fugir e, terminada a Guerra dos Farrapos, voltou a Pelotas, onde após dez anos, restabeleceu suas finanças.
Foi vereador em Pelotas e deputado provincial na primeira legislatura da Assembleia do Rio Grande do Sul. No seu mandato, lançou uma campanha de alfabetização na província rio-grandense.
Foi homenageado, em Pelotas, em 20 de setembro de 1885, com o primeiro monumento erguido no Brasil em honra a um republicano.
Domingos José de Almeida nasceu em 09 de julho de 1797, em Diamantina/MG.

06/05/1953Nascia em Jaguari, o gaiteiro e compositor Álvaro Feliciani, um dos mais respeitados músicos do Rio Grande do Sul. Ele integrou por muito tempo o Grupo Legendas. Professor de música e grande incentivador de talentos, ele deixou um legião de jovens gaiteiros, comprometidos com a valorização da música regional gaúcha.
Álvaro Feliciani faleceu num hospital de Santa Maria, em 27/06/2016, vitimado por um câncer.


EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES - 05 DE MAIO


05/05/1838       Ocorreu a primeira audição do Hino Rio-grandense, composto pelo maestro Joaquim José de Mendanha, por solicitação do general farrapo Antônio de Souza Neto. O maestro e sua banda foram capturados, junto com outros imperialistas, logo após a batalha do Barro Vermelho, em Rio Pardo, ocorrida no dia 30/04/1838.  O hino foi ouvido pela primeira vez, ainda sem a letra, que seria criada anos mais tarde em três versões. A letra adotada e cantada até hoje, é a de autoria de Francisco Pinto da Fontoura.




05/05/1994       Morre em Porto Alegre, o poeta, jornalista e escritor alegretense, Mario Quintana. Mário Quintana mudou-se para Porto Alegre em 1919. Estudou no colégio Militar e trabalhou para a Editora Globo. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil.  De 1953 a 1977, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, assinando uma coluna na página de cultura, que saía aos sábados. Em 1966, em comemoração ao seus 60 anos, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas.  Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a Medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do RS. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Mario Quintana não se casou nem teve filhos. Solitário, viveu grande parte da vida em hotéis: de 1968 a 1980, residiu no Hotel Majestic, na Rua dos Andradas, centro histórico de Porto Alegre. Com o encerramento temporário de atividades do Correio do Povo, Quintana ficou sem salário e por esta razão teve que sair do Hotel Majestic.  Dias depois, ele instalou-se sem custos, no Hotel Royal, de propriedade do ex-jogador do Inter e da seleção, Paulo Roberto Falcão.  Em 1982, o prédio do Hotel Majestic, foi tombado como marco arquitetônico de Porto Alegre. Em 1983, o governo do Rio Grande do Sul adquiriu o imóvel e transformou-o na Casa de Cultura Mario Quintana. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida.    Mario de Miranda Quintana nasceu em  30/07/1906, no Alegrete.


sábado, 28 de abril de 2018

ANDRÉ TEIXEIRA LANÇARÁ CD EM EGOSTO

Em agosto, chegam às lojas o novo CD solo do cantor, compositor, violonista e arranjador gaúcho André Teixeira.   Intitulado “Do Meu Rincão”, o CD será lançado de forma independente e reunirá composições do artista em parceria com grandes nomes da música nativista. 
O material é o segundo disco do cantor e compositor, que em 2015 apresentou “Coração de Campo”, primeiro CD solo da sua carreira. 
Em 2017, André foi escolhido o “Melhor Compositor” no prêmio Melhores do Ano, promovido pelo site G1/RS.  Também foi agraciado com o Troféu Destaques dos Festivais nas categorias “Compositor com Mais Vitórias” e “Compositor com Mais Premiações” no ano de 2017.  A premiação aos Destaques dos Festivais é uma iniciativa deste humilde comunicador, Jairo Reis, que a promove desde o ano de 2001.
Segundo André Teixeira, “Do Meu Rincão” retrata o universo rural, o gaúcho e seus costumes, em um projeto cultural sério e cuidadosamente preparado, com respeito à tradição e as raízes da música regional do Rio Grande do Sul.  “Canto minha terra porque eu sou cantor deste lugar e esse é o meu designo, meu elemento e minha vida.” 
Em agosto, o novo CD estará disponível para venda em lojas do ramo e no site do artista – www.andreteixeira.net.

Nota:   Evidentemente que não ouvi o disco, mas antecipadamente asseguro que vem um trabalho de fundamento, tendo em vista a qualidade de André Teixeira como compositor, arranjador, instrumentista e, nos últimos tempos, como intérprete, seguro e afinado. Certamente haverá de ser um trabalho significativo para a discografia regional gaúcha.   

O artista:   Natural de São Gabriel/RS, Teixeira iniciou sua trajetória na música participando de festivais amadores e rodeios nas modalidades de intérprete e violão". Começou sua carreira profissional aos 15 anos catando em CTGs. Venceu alguns dos principais festivais nativistas, incluindo o Reponte de São Lourenço do Sul, Sapecada da Canção Nativa de Lages, Ponche Verde da Canção Gaúcha de Dom Pedrito, Vigília do Canto Gaúcho de Cachoeira do Sul, Tafona da Canção Nativa de Osório, Carijo da Canção Gaúcha de Palmeira das Missões, Coxilha Nativista de Cruz Alta e Estância da Canção Gaúcha de São Gabriel.
Em 2007, acompanhou o acordeonista Edilberto Bérgamo na Argentina, quando gravou uma participação no “El Río Suena”, documentário que retrata a história do chamamé. Em 2011, esteve ao lado do Grupo de Arte Nativa “Os Chimangos”, durante turnê pela Europa, apresentando-se na Hungria, Eslováquia, Romênia e França. Durante seis anos, integrou o grupo de César Oliveira & Rogério Melo, atuando em todos os trabalhos gravados pelo dueto no período, com destaque para o álbum indicado ao Grammy Latino, “Era assim naquele tempo”, em que assina a autoria de cinco composições. 
Acompanhou artistas de renome do nativismo, como Luiz Marenco, Jari Terres, Luciano Maia, Leonel Gomez, Mano LimaJoca Martins. Possui músicas de sua autoria gravadas por César Oliveira & Rogério Melo, Fabiano Bacchieri, Juliana Spanevello, Garotos de OuroTchê Barbaridade.


Contatos:
André Teixeira
(55) 99972-8429
www.andreteixeira.net

EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES - 28 DE ABRIL

28/04/1754:  Após incendiar o Forte São Nicolau, em Cachoeira, em 27 de abril, tropas unificadas dos sete povos missioneiros, sob o comando de Sepé Tiaraju, atacam o Forte Jesus Maria José, em Rio Pardo.    
No início do combate, morre o comandante militar das tropas missioneiras, Alexandro Mbaruari.  SepéTiaraju acaba preso, mas foge das depois. 
Em virtude desse fato e pela insistência dos guaranis em não abandonar suas terras, as Coroas de Portugal e Espanha decidiram unirem-se e enviar seus exércitos rumo ao território das missões.  Os indígenas foram considerados rebeldes.




28/04/1898:  Nasce em Santana do Livramento, o jornalista, cronista e poeta Fidêncio Caigoaté. 
Nascido Felisberto Soares Coelho, Fidêncio radicou-se no Alegrete, onde fundou, em 1938, a revista “Ibirapuitan – Mensário de Sociedade, Literatura e Arte”, que reunia grupos de intelectuais daquela época. Escreveu e editou o livro Alma da Cidade.  Ajudou a criar, em 1953,  o informativo “Cadernos do Extremo Sul” que tinha Antônio Augusto Fagundes como gerente. Fidêncio Caigoaté vivia para os Cadernos e não raro dos Cadernos. Quando algum autor publicado cobrava os exemplares que lhe correspondiam, recebia de Fidêncio a lacônica resposta: “edição esgotada”.  
Era verdade. O autor de "Alma da Cidade", sem emprego e com as economias a zero, vivia da venda diária dos livros.
Fidêncio Caigoaté era considerado por todos como um lutador em prol da literatura gaúcha.

terça-feira, 24 de abril de 2018

EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES: 24 DE ABRIL


24/04/1948:  Data da fundação do 35 CTG, em Porto Alegre.
Logo após a criação da Ronda Crioula, em setembro de 1947, aquele mesmo grupo de jovens estudantes do interior do estado, que tinha Paixão Cortes como líder, e mais outros tantos na mesma condição, passaram a se reunir com o propósito de criar uma entidade que tivesse como objetivo a preservação das tradições rio-grandenses.   Depois de resolvidas as divergências iniciais, o grupo definiu como data de criação da entidade, o dia 24 de abril.  O nome da entidade seria 35 CTG, em homenagem ao ano de 1835, quando iniciou da Revolução Farroupilha.  Entre os fundadores do 35CTG, estão nomes importantes como Luís Carlos Barbosa Lessa, Glaucus Saraiva,  Wilmar Wink de Souza, Cyro Dutra Ferreira, João Carlos Dávila Paixão Cortes, Zeno Cardoso Nunes, entre outros não menos significativos.
A época da fundação, foram designados:
Como Patrão de Honra: Paixão Cortes
Primeiro patrão (fase provisória):  Glaucus Saraiva
O primeiro patrão oficial: Antônio Cândido da Silva Neto, de Dom Pedrito
Em 1956, Antônio Augusto Fagundes assumiu as rédeas do "35", sendo assim o seu patrão mais jovem, com apenas 21 anos de idade.
Desde então, ao longo destes 70 anos de existência, o 35 CTG tem sido importante, não só pelo pioneirismo, mas por mostrar um modelo de organização que serviu de parâmetro para o surgimento de milhares de outras entidades tradicionalistas que existem atualmente no mundo.
O lema do 35 CTG é:  Em Qualquer Chão, Sempre Gaúcho


24/04/2004:  A partir desta data, o rio-grandense passou a comemorar o Dia do Churrasco e o Dia do Chimarrão, homenagens instituídas pela lei 11.929, de 20 de junho de 2003, de autoria do então deputado estadual Giovani Cherini.    O dia, 24 de abril, foi sugerido pelo MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho, para coincidir com a data fundação do pioneiro 35 CTG.   Na mesma Lei ficou instituído, também, o Churrasco como “Prato Típico” e o Chimarrão como “Bebida Símbolo” do Estado do Rio Grande do Sul.
Por extensão, o dia 24 de abril passou a ser também denominado como o Dia da Tradição Gaúcha.  O culto ás tradições gaúchas é reconhecido como um fenômeno social e antropológico inigualável, por intermédio do qual as pessoas, isoladamente ou reunidas em grupos, comungam semelhantes ideais, cultivam os mesmos ritos e comemoram idênticas conquistas, sem  qualquer distinção de origem social, credo ou raça.